“À Descoberta de Destinos e Locais: COMPLEXO DAS SALINAS DO SAMOUCO”
Em Maio de 2024, juntamente com mais fotógrafos do Clube de Fotógrafos do Barreiro, fomos conhecer o Complexo das Salinas do Samouco.
O
Complexo de reserva natural de Salinas do Samouco tem uma área de 360 hectares
(próximo do Estuário do Tejo) e é um local constituído em grande parte por
salinas e um intrincado sistema de canais e tanques de viveiros destas salinas,
reservatórios de água, o nível de água permite o desenvolvimento de algumas
espécies de peixes como a enguia, o robalo, a dourada e o linguado e ainda um
pequeno camarão designado de camarinha.
Os muros das salinas, foram utilizadas como locais para a produção de hortícola, como forma de sustento suplementar dos marnoteiros. Durante o percurso, chegamos à Marinha do Canto, a única salina neste local que se mantém em funcionamento.
Para além da produção de sal marinho natural retirado com o auxílio de uma rede e da Flor de Sal, ambos, é um local de biodiversidade que alberga um projeto ecológico e ambiental de observação, proteção e conservação, nomeadamente de alimentação, local de abrigo e nidificação para cerca de 250 espécies de aves aquáticas como é o caso do flamingo ou pernilongo, sendo uma área local dedicada à conservação da Natureza.
A Fundação das salinas do Samouco incluiu nas salinas a presença de burros mirandeses, com o objetivo de conservação da única raça asinina autóctone de Portugal que está em vias de extinção, fomentando a reprodução de burros de Miranda e desenvolvendo atividades de Ecoturismo e de educação ambiental escolar.
Para finalizar deixo a dica da importância durante a visita, da utilização do protetor solar e repelente de insetos.
English translation:
“Discovering Destinations and Places: SAMOUCO SALT PANS COMPLEX”
In May 2024, together with other photographers from the Barreiro Photographers Club, we went to explore the Samouco Salt Pans Complex.
This natural reserve covers an area of 360 hectares (near the Tagus Estuary) and consists largely of salt pans, as well as an intricate system of channels and nursery tanks, along with water reservoirs. The water levels allow for the development of several fish species such as eel, sea bass, gilt-head bream, and sole, as well as a small shrimp known as “camarinha.”
The salt produced at the Samouco Salt Pans is natural and traditionally harvested, with rigorous quality certification. It is excellent not only for gastronomy but also for use in medicinal treatments, cosmetics, and spas. The salt harvesting season begins in May and lasts until the end of September.
The walls of the salt pans were also used for growing vegetables, providing supplementary sustenance for the salt workers. During the visit, we reached Marinha do Canto, the only salt pan in this area that is still in operation.
In addition to producing natural sea salt—collected with the help of a net—and fleur de sel, it is also a site of rich biodiversity. It hosts an ecological and environmental project focused on observation, protection, and conservation, serving as a feeding ground, shelter, and nesting site for around 250 species of water birds, such as flamingos and black-winged stilts. It is therefore a local area dedicated to nature conservation.
The Samouco Salt Pans Foundation has also introduced Miranda donkeys to the site, with the aim of conserving Portugal’s only native donkey breed, which is endangered. This initiative promotes their reproduction while also supporting ecotourism activities and environmental education programs for schools.
To conclude, it is a useful tip for visitors: during your visit, it is important to use sunscreen and insect repellent.







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